Instituições e Patrimônio Cultural

O tema “Instituições e Patrimônio Cultural” reflete mais de uma década de discussão e consolidação do conceito em torno de um patrimônio oriundo das áreas de ciência e da saúde, iniciadas com o grupo de trabalho formado a partir da constituição da Rede Latino-americana de História e Patrimônio Cultural da Saúde. Essa rede procura estimular pesquisas com o tema do patrimônio das ciências e das saúdes e seus diversos tipos de acervos. Esse conceito de patrimônio cultural, ainda em construção, pode e deve ser compreendido em uma perspectiva ampliada de patrimônio, com tradições culturais, práticas e valores simbólicos, elementos enfim de experiências coletivas e vivências pessoais de inestimável valor para suas instituições e seus personagens, muitos dos quais interessados em salvaguardar, conservar, valorizar e difundir este vasto acervo da ciência e da saúde, enriquecido e renovado pelas novas mediações que hoje se processam entre ciência, saúde e sociedade.

Coordenação: Renato da Gama-Rosa Costa (Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz)
E-mail: renato.gamarosa@coc.fiocruz.br

Acervo Museológico do Museu da Vida

Com o objetivo de divulgar as peças que compõem o acervo do Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz, a seção Objeto em Foco apresenta, periodicamente, imagens acompanhadas de informações técnicas do objeto em questão, sua história, dados sobre sua fabricação ou invenção, usos previstos ou adaptados e sua trajetória na Fiocruz antes de tornar-se acervo museológico.

Instituições e Patrimônio Arquitetônico da Saúde

Compreende a identificação e descrição geral de edificações, entre hospitais e outros espaços de saúde e ciência, relacionadas a instituições de médica, assim como a institutos de pesquisa científica.  A base procura englobar bens de diferentes épocas, estilos e tipologias, procurando identificar o contexto histórico em que tais edificações foram construídas, os personagens envolvidos na sua idealização e realização dos projetos e das obras, e sua inserção em políticas de preservação, objetivando valorizar seu reconhecimento enquanto patrimônio cultural. A base surgiu a partir do trabalho de investigadores das áreas de ciências humanas e sociais aplicadas, associados a uma rede de pesquisa com base no Brasil, mas que procura dialogar com pesquisadores da América Latina e também Portugal.